quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

9º ANO - ACORDO ORTOGRÁFICO

Povo do Mal,

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou em 29 de setembro de 2008 o decreto que estabelece a reforma ortográfica. As mudanças na escrita começaram a valer a partir de 1º de janeiro de 2009. A reforma da ortografia pretende unificar o registro escrito nos oito países que falam português - Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.

De 2009 até 31 de dezembro de 2012, ou seja, durante quatro anos, o país terá um período de transição, no qual ficam valendo tanto a ortografia atual quanto as novas regras. Assim, concursos e vestibulares deverão aceitar as duas formas de escrita – a atual e a nova. Nos livros escolares, a incorporação das mudanças será obrigatória a partir de 2010. Em 2009, podem circular livros tanto na atual quanto na nova ortografia.

Através dos links abaixo, é possível baixar um guia de consulta rápida ofericido pelo portal G1 (http://www.g1.globo.com/)

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL936903-5604,00-IMPRIMA+GUIA+DA+REFORMA+ORTOGRAFICA.html

http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL940673-16022,00-BAIXE+UM+GUIA+RAPIDO+DA+REFORMA+ORTOGRAFICA.html

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL935393-5604,00-CONFIRA+O+GUIA+RAPIDO+DAS+MUDANCAS+DA+REFORMA+ORTOGRAFICA.html

ADEUS!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

DON'T LET ME DOWN

"John sempre manifestou seu medo de ser 'let down' (decepcionado) por aqueles em quem confiava. Para esta, e outras canções em que confessava a sua preocupação em ser rejeitado, ele se inspirou em outro temas dos Beatles, 'If I Fell'.
Escrita sobre Yoko e lançada como lado B de 'Get Back' em abril de 1969, essa antiga angústia foi manifestada como um grito atormentado depois de encontrar alguém que o amava mais do que qualquer outra pessoa já tinha feito. Influenciado pela arte minimalista de Yoko, ele cortou tudo que era perfumaria, reduzindo seu apelo à forma de um telegrama urgente."

Don't let me down: lançada como lado B do single "GET BACK" em 11 de abril de 1969.
The Beatles - A história por trás de todas as canções - Steve Turner


sábado, 6 de fevereiro de 2010

"ELES"

People from hell,

O texto abaixo foi publicado no blog keep rocking - http://www.dzai.com.br/keeprocking/blog/keeprocking , por Luís Felipe Sadenberg que retrata mais uma confirmação da importância dos Fab Four! Par e Béns Keep Rocking! So long!


Beatles Rock Band arrecada R$ 410 mil para ONG internacional
Sexta-feira, 05 de fevereiro de 2010
Luís Felipe Sardenberg - Keep Rocking

Mais de 40 anos depois de salvar a Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band das garras dos Blue Meanies (monstros que odeiam música), os Beatles voltam a socorrer quem está em perigo. Mas, desta vez, com um equipamento bem diferente do submarino amarelo usado no clássico filme de animação de 1968: o videogame. De acordo com a Microsoft, o jogo The Beatles: Rock Band arrecadou 217.780 dólares (R$ 410.188) para a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras, que ajuda vítimas de tragédias naturais e conflitos armados.

A entidade internacional, financiada por capital privado, fechou uma parceria com as empresas criadoras do game — Microsoft, Apple Corps Ltd, MTV Games e Harmonix — para que o dinheiro gerado pelo download da música “All You Need Is Love” e pela venda da edição limitada do jogo para o videogame Xbox 360 fosse doado para a instituição. A quantia foi arrecadada de setembro do ano passado até o dia 31 de janeiro deste ano.

Foram os próprios Paul McCartney, Ringo Starr e as viúvas dos dois Beatles mortos, Yoko Ono Lennon e Olivia Harrison, que escolheram a entidade. Para o presidente da diretoria norte-americana do Médicos Sem Fronteiras, Matthew Spitzer, foram iniciativas como essa que ajudaram a organização a providenciar rapidamente atendimento médico às vítimas do terremoto no Haiti.


3º ano - Aula 1

Povo do mal do 3º ano, aí estão as duas questões comentadas em sala. Tentem fazer, mas lembrem-se de que as respostas devem ser bem estruturadas. Uma resposta com objetividade, clareza e conteúdo adequado não será contestada. Um grande abraço e adeus!




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"Hey apple"

Povo do mal, sei que é besteirol, bobo, irritante, mas é engraçado! O vídeo abaixo é apenas o primeiro de uma série de encontros da "Laranja irritante" com suas "vítimas"! Com todos os predicativos negativos, era de se esperar que odiasse o vídeo, entretanto, cada vez que assisto, rolo de rir! A pronúncia da laranja também é um atrativo! E, tenho que dar os créditos dessa descoberta: meu amigo Ribas! Após uma jornada Beatle-Led no Jack Rock Bar em BH, o mencionado amigo não parava de repetir (irritantemente) "Hey, apple!" Confiram! Até nunca mais!

domingo, 31 de janeiro de 2010

Herbert Richers vive

Povo do mal, leiam o texto abaixo, mas leiam, não vejam apenas palavras!

Herbert Richers vive

sábado, 9 de janeiro de 2010 | 1:00

“Herbert Richers transformou nossa linguagem. Ele revogou todas as regras que constrangiam nossa fala. Em particular, ele nos libertou da estapafúrdia necessidade de expressar um sentido”

A morte de Herbert Richers foi o acontecimento mais marcante de 2009. O mais marcante e, desoladoramente, o mais negligenciado. Herbert Richers montou seu estúdio de dublagem em 1950. Em seis décadas de trabalho, adaptando filmes, seriados de TV e desenhos animados, ele contribuiu de maneira decisiva para moldar e disseminar o dialeto tapuio com o qual passamos a nos comunicar.

Se a língua portuguesa teve Camões – com seus latinismos, com seus volteios eruditos, com sua sonoridade épica –, o patoá nacional teve Herbert Richers – com seus estrangeirismos, com seus falsos cognatos, com sua sonoridade de locutor de rádio. De dublagem em dublagem, Herbert Richers transformou nossa linguagem. Violentando predicados, pervertendo complementos, corrompendo particípios, ele revogou todas as regras que constrangiam nossa fala. Em particular, ele nos libertou da estapafúrdia necessidade de expressar um sentido. Mas ele foi mais longe do que isso. Além de revolucionar nossa linguagem, Herbert Richers revolucionou também nossa moral. Quando Jack Lemmon, numa comédia de Billy Wilder, tem a mesma voz e, principalmente, os mesmos atributos estéticos de Salsicha, num episódio do desenho animado Scooby-Doo (ambos – Jack Lemmon e Salsicha – dublados por Mário Monjardim), o resultado só pode ser uma sociedade como a nossa, em que todos os valores se equivalem e, portanto, se anulam.

No Brasil, atualmente, Dilma Rousseff é quem melhor encarna a reviravolta moral e linguística realizada por Herbert Richers. Ela é o epígono ideal de Carlos Campanile (dublador de Clint Eastwood, Al Pacino, Robert de Niro e Thor dos Cavaleiros do Zodíaco), de Garcia Neto (dublador de Gregory Peck e do Homem-Fera) e de Sumara Louise (dubladora do desenho Gasparzinho e de Meryl Streep). Se alguém lhe pergunta por que as obras do programa Minha Casa, Minha Vida continuam paradas, Dilma Rousseff responde como um médico-legista, num filme estrelado por Bruce Willis (ambos – Dilma Rousseff e Bruce Willis – dublados por Newton da Matta): “Olha, não é isso que nós estamos vendo. Não é isso que a gente está vendo e eu vou te falar a partir do que. Hoje, já tem mais de 400 projetos apresentados para a Caixa, dominantemente naquela distribuição em que zero a três é o pessoal que faz a moradia para renda de zero a três salários mínimos, é a grande maioria”.

Sim, a morte de Herbert Richers, ocorrida dois meses atrás, foi o acontecimento mais marcante de 2009. Mas ele estará sempre presente em 2010.

Por Diogo Mainardi / Revista Veja

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

TARANTINO'S MIND

Povo do mal, I'm back! E nada melhor do que esse curta metragem fantástico! Nada a comentar, basta assistir e tirar as próprias conclusões. Caso não tenham visto os filmes mencionados: assistam! Adeus...