Povo do mal, sei que é besteirol, bobo, irritante, mas é engraçado! O vídeo abaixo é apenas o primeiro de uma série de encontros da "Laranja irritante" com suas "vítimas"! Com todos os predicativos negativos, era de se esperar que odiasse o vídeo, entretanto, cada vez que assisto, rolo de rir! A pronúncia da laranja também é um atrativo! E, tenho que dar os créditos dessa descoberta: meu amigo Ribas! Após uma jornada Beatle-Led no Jack Rock Bar em BH, o mencionado amigo não parava de repetir (irritantemente) "Hey, apple!" Confiram! Até nunca mais!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Herbert Richers vive
Povo do mal, leiam o texto abaixo, mas leiam, não vejam apenas palavras!
Herbert Richers vive
sábado, 9 de janeiro de 2010 | 1:00
“Herbert Richers transformou nossa linguagem. Ele revogou todas as regras que constrangiam nossa fala. Em particular, ele nos libertou da estapafúrdia necessidade de expressar um sentido”
A morte de Herbert Richers foi o acontecimento mais marcante de 2009. O mais marcante e, desoladoramente, o mais negligenciado. Herbert Richers montou seu estúdio de dublagem em 1950. Em seis décadas de trabalho, adaptando filmes, seriados de TV e desenhos animados, ele contribuiu de maneira decisiva para moldar e disseminar o dialeto tapuio com o qual passamos a nos comunicar.
Se a língua portuguesa teve Camões – com seus latinismos, com seus volteios eruditos, com sua sonoridade épica –, o patoá nacional teve Herbert Richers – com seus estrangeirismos, com seus falsos cognatos, com sua sonoridade de locutor de rádio. De dublagem em dublagem, Herbert Richers transformou nossa linguagem. Violentando predicados, pervertendo complementos, corrompendo particípios, ele revogou todas as regras que constrangiam nossa fala. Em particular, ele nos libertou da estapafúrdia necessidade de expressar um sentido. Mas ele foi mais longe do que isso. Além de revolucionar nossa linguagem, Herbert Richers revolucionou também nossa moral. Quando Jack Lemmon, numa comédia de Billy Wilder, tem a mesma voz e, principalmente, os mesmos atributos estéticos de Salsicha, num episódio do desenho animado Scooby-Doo (ambos – Jack Lemmon e Salsicha – dublados por Mário Monjardim), o resultado só pode ser uma sociedade como a nossa, em que todos os valores se equivalem e, portanto, se anulam.
No Brasil, atualmente, Dilma Rousseff é quem melhor encarna a reviravolta moral e linguística realizada por Herbert Richers. Ela é o epígono ideal de Carlos Campanile (dublador de Clint Eastwood, Al Pacino, Robert de Niro e Thor dos Cavaleiros do Zodíaco), de Garcia Neto (dublador de Gregory Peck e do Homem-Fera) e de Sumara Louise (dubladora do desenho Gasparzinho e de Meryl Streep). Se alguém lhe pergunta por que as obras do programa Minha Casa, Minha Vida continuam paradas, Dilma Rousseff responde como um médico-legista, num filme estrelado por Bruce Willis (ambos – Dilma Rousseff e Bruce Willis – dublados por Newton da Matta): “Olha, não é isso que nós estamos vendo. Não é isso que a gente está vendo e eu vou te falar a partir do que. Hoje, já tem mais de 400 projetos apresentados para a Caixa, dominantemente naquela distribuição em que zero a três é o pessoal que faz a moradia para renda de zero a três salários mínimos, é a grande maioria”.
Sim, a morte de Herbert Richers, ocorrida dois meses atrás, foi o acontecimento mais marcante de 2009. Mas ele estará sempre presente em 2010.
Por Diogo Mainardi / Revista Veja
Herbert Richers vive
sábado, 9 de janeiro de 2010 | 1:00
“Herbert Richers transformou nossa linguagem. Ele revogou todas as regras que constrangiam nossa fala. Em particular, ele nos libertou da estapafúrdia necessidade de expressar um sentido”
A morte de Herbert Richers foi o acontecimento mais marcante de 2009. O mais marcante e, desoladoramente, o mais negligenciado. Herbert Richers montou seu estúdio de dublagem em 1950. Em seis décadas de trabalho, adaptando filmes, seriados de TV e desenhos animados, ele contribuiu de maneira decisiva para moldar e disseminar o dialeto tapuio com o qual passamos a nos comunicar.
Se a língua portuguesa teve Camões – com seus latinismos, com seus volteios eruditos, com sua sonoridade épica –, o patoá nacional teve Herbert Richers – com seus estrangeirismos, com seus falsos cognatos, com sua sonoridade de locutor de rádio. De dublagem em dublagem, Herbert Richers transformou nossa linguagem. Violentando predicados, pervertendo complementos, corrompendo particípios, ele revogou todas as regras que constrangiam nossa fala. Em particular, ele nos libertou da estapafúrdia necessidade de expressar um sentido. Mas ele foi mais longe do que isso. Além de revolucionar nossa linguagem, Herbert Richers revolucionou também nossa moral. Quando Jack Lemmon, numa comédia de Billy Wilder, tem a mesma voz e, principalmente, os mesmos atributos estéticos de Salsicha, num episódio do desenho animado Scooby-Doo (ambos – Jack Lemmon e Salsicha – dublados por Mário Monjardim), o resultado só pode ser uma sociedade como a nossa, em que todos os valores se equivalem e, portanto, se anulam.
No Brasil, atualmente, Dilma Rousseff é quem melhor encarna a reviravolta moral e linguística realizada por Herbert Richers. Ela é o epígono ideal de Carlos Campanile (dublador de Clint Eastwood, Al Pacino, Robert de Niro e Thor dos Cavaleiros do Zodíaco), de Garcia Neto (dublador de Gregory Peck e do Homem-Fera) e de Sumara Louise (dubladora do desenho Gasparzinho e de Meryl Streep). Se alguém lhe pergunta por que as obras do programa Minha Casa, Minha Vida continuam paradas, Dilma Rousseff responde como um médico-legista, num filme estrelado por Bruce Willis (ambos – Dilma Rousseff e Bruce Willis – dublados por Newton da Matta): “Olha, não é isso que nós estamos vendo. Não é isso que a gente está vendo e eu vou te falar a partir do que. Hoje, já tem mais de 400 projetos apresentados para a Caixa, dominantemente naquela distribuição em que zero a três é o pessoal que faz a moradia para renda de zero a três salários mínimos, é a grande maioria”.
Sim, a morte de Herbert Richers, ocorrida dois meses atrás, foi o acontecimento mais marcante de 2009. Mas ele estará sempre presente em 2010.
Por Diogo Mainardi / Revista Veja
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
TARANTINO'S MIND
Povo do mal, I'm back! E nada melhor do que esse curta metragem fantástico! Nada a comentar, basta assistir e tirar as próprias conclusões. Caso não tenham visto os filmes mencionados: assistam! Adeus...
domingo, 27 de setembro de 2009
ENEM - AS ÚLTIMAS DE 2009
Povo do mal, seguem abaixo as questões (a serem) utilizadas na última aula do curso preparatório do Colégio Anglo de Sete Lagoas para o “NOVO ENEM”. São cinco questões de linguagem e códigos extraídas de simulados diversos dos anos de 2008 e 2009.
No mais, no próximo sábado, boa competência a todos!
Até nunca mais....
A questão 1 refere-se à charge abaixo.
Em relação à charge, é correto afirmar:
a) Trata-se de texto marcado por gírias, o que faz com que haja um desacordo entre a imagem e o título.
b) O sentido da palavra “rotina”, na charge, é contraditório, pois ela está se referindo a práticas sociais incomuns.
c) A expressão “mané” resume, no texto, o desejo manifestado pelo bandido de ter uma atividade mais emocionante.
d) Trata-se de texto não-verbal que idealiza o papel do trabalhador nas mais diferentes esferas da sociedade.
e) A figura do personagem da charge reproduz fielmente o profissional de segurança dos grandes centros urbanos.
2. Pictograma é uma forma de representação que utiliza figuras na apresentação dos dados ou da informação. Tem a vantagem de ser mais atraente que outros gráficos e de remeter o leitor diretamente ao fenômeno em questão. Além disso, em muitos casos simplifica a linguagem proporcionando pronto entendimento da informação. Abaixo, apresentamos um conjunto de pictogramas bastante conhecidos, utilizados como elementos de sinalização.
Nas alternativas a seguir, sugerimos frases que podem representar alguns dos pictogramas acima. Assinale a alternativa que contém uma frase que NÃO pode corresponder a nenhum deles.
a) “Aqui combatemos a pirataria.”
b) “Espaço permitido para fumantes.”
c) “Área sem sinal para celulares.”
d) “Sanitários masculinos e femininos.”
e) “Reservado para portadores de deficiência física.”
3. Quem não passou pela experiência de estar lendo um texto e defrontar-se com passagens já lidas em outros? Os textos conversam entre si em um diálogo constante. Esse fenômeno tem a denominação de intertextualidade. Leia os seguintes textos:
I.
Quando nasci, um anjo torto
Desses que vivem na sombra
Disse: Vai Carlos! Ser “gauche” na vida
Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia.
Rio de Janeiro: Aguilar, 1964.
II.
Quando nasci veio um anjo safado
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim.
Chico Buarque, Letra e Música. São Paulo: Cia das Letras, 1989.
III.
Quando nasci um anjo esbelto
Desses que tocam trombeta, anunciou:
Vai carregar bandeira.
Carga muito pesada pra mulher
Esta espécie ainda envergonhada.
Adélia Prado, Bagagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
Adélia Prado e Chico Buarque estabelecem intertextualidade, em relação a Carlos Drummond de Andrade, por:
a) reiteração de imagens.
b) oposição de idéias.
c) falta de criatividade.
d) negação dos versos.
e) ausência de recursos.
Texto para as questões 4 e 5.
O Pulso
Arnaldo Antunes
O pulso ainda pulsa.
O pulso ainda pulsa.
Peste bubônica, câncer, pneumonia,
Raiva, rubéola, tuberculose, anemia,
Rancor, cisticercose, caxumba, difteria,
Encefalite, faringite, gripe, leucemia.
O pulso ainda pulsa (pulsa).
O pulso ainda pulsa (pulsa).
Hepatite, escarlatina, estupidez, paralisia,
Toxoplasmose, sarampo, esquizofrenia
Úlcera, trombose, coqueluche, hipocondria,
Sífilis, ciúmes, asma, cleptomania.
E o corpo ainda é pouco,
E o corpo ainda é pouco,
Reumatismo, raquitismo, cistite, disritmia,
Hérnia, pediculose, tétano, hipocrisia,
Brucelose, febre tifóide, arteriosclerose, miopia,
Catapora, culpa, cárie, cãibra, lepra, afasia.
O pulso ainda pulsa,
O corpo ainda é pouco.
Ainda pulsa.
4. As enumerações na letra da canção:
a) reforçam a dificuldade do pulso em continuar pulsando.
b) são constituídas exclusivamente de moléstias infecciosas.
c) englobam sobretudo transtornos de natureza psiquiátrica.
d) distinguem claramente os distúrbios do corpo e da alma.
e) apenas reforçam o sentido da palavra “hipocondria”.
5. O uso de “ainda” nos versos “O pulso ainda pulsa” e “O corpo ainda é pouco”:
a) indica ações concluídas, que não voltarão a ocorrer.
b) pressupõe que essas ações acontecerão indefinidamente.
c) é equivalente ao emprego de apenas ou somente.
d) sugere ações em curso, embora não necessariamente incessantes.
e) remete a ações durativas, cuja finalidade é desconhecida.
GABARITO: 1-B;2-C;3-A;4-A; 5-D
No mais, no próximo sábado, boa competência a todos!
Até nunca mais....
A questão 1 refere-se à charge abaixo.
a) Trata-se de texto marcado por gírias, o que faz com que haja um desacordo entre a imagem e o título.
b) O sentido da palavra “rotina”, na charge, é contraditório, pois ela está se referindo a práticas sociais incomuns.
c) A expressão “mané” resume, no texto, o desejo manifestado pelo bandido de ter uma atividade mais emocionante.
d) Trata-se de texto não-verbal que idealiza o papel do trabalhador nas mais diferentes esferas da sociedade.
e) A figura do personagem da charge reproduz fielmente o profissional de segurança dos grandes centros urbanos.
2. Pictograma é uma forma de representação que utiliza figuras na apresentação dos dados ou da informação. Tem a vantagem de ser mais atraente que outros gráficos e de remeter o leitor diretamente ao fenômeno em questão. Além disso, em muitos casos simplifica a linguagem proporcionando pronto entendimento da informação. Abaixo, apresentamos um conjunto de pictogramas bastante conhecidos, utilizados como elementos de sinalização.
a) “Aqui combatemos a pirataria.”
b) “Espaço permitido para fumantes.”
c) “Área sem sinal para celulares.”
d) “Sanitários masculinos e femininos.”
e) “Reservado para portadores de deficiência física.”
3. Quem não passou pela experiência de estar lendo um texto e defrontar-se com passagens já lidas em outros? Os textos conversam entre si em um diálogo constante. Esse fenômeno tem a denominação de intertextualidade. Leia os seguintes textos:
I.
Quando nasci, um anjo torto
Desses que vivem na sombra
Disse: Vai Carlos! Ser “gauche” na vida
Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia.
Rio de Janeiro: Aguilar, 1964.
II.
Quando nasci veio um anjo safado
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim.
Chico Buarque, Letra e Música. São Paulo: Cia das Letras, 1989.
III.
Quando nasci um anjo esbelto
Desses que tocam trombeta, anunciou:
Vai carregar bandeira.
Carga muito pesada pra mulher
Esta espécie ainda envergonhada.
Adélia Prado, Bagagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
Adélia Prado e Chico Buarque estabelecem intertextualidade, em relação a Carlos Drummond de Andrade, por:
a) reiteração de imagens.
b) oposição de idéias.
c) falta de criatividade.
d) negação dos versos.
e) ausência de recursos.
Texto para as questões 4 e 5.
O Pulso
Arnaldo Antunes
O pulso ainda pulsa.
O pulso ainda pulsa.
Peste bubônica, câncer, pneumonia,
Raiva, rubéola, tuberculose, anemia,
Rancor, cisticercose, caxumba, difteria,
Encefalite, faringite, gripe, leucemia.
O pulso ainda pulsa (pulsa).
O pulso ainda pulsa (pulsa).
Hepatite, escarlatina, estupidez, paralisia,
Toxoplasmose, sarampo, esquizofrenia
Úlcera, trombose, coqueluche, hipocondria,
Sífilis, ciúmes, asma, cleptomania.
E o corpo ainda é pouco,
E o corpo ainda é pouco,
Reumatismo, raquitismo, cistite, disritmia,
Hérnia, pediculose, tétano, hipocrisia,
Brucelose, febre tifóide, arteriosclerose, miopia,
Catapora, culpa, cárie, cãibra, lepra, afasia.
O pulso ainda pulsa,
O corpo ainda é pouco.
Ainda pulsa.
4. As enumerações na letra da canção:
a) reforçam a dificuldade do pulso em continuar pulsando.
b) são constituídas exclusivamente de moléstias infecciosas.
c) englobam sobretudo transtornos de natureza psiquiátrica.
d) distinguem claramente os distúrbios do corpo e da alma.
e) apenas reforçam o sentido da palavra “hipocondria”.
5. O uso de “ainda” nos versos “O pulso ainda pulsa” e “O corpo ainda é pouco”:
a) indica ações concluídas, que não voltarão a ocorrer.
b) pressupõe que essas ações acontecerão indefinidamente.
c) é equivalente ao emprego de apenas ou somente.
d) sugere ações em curso, embora não necessariamente incessantes.
e) remete a ações durativas, cuja finalidade é desconhecida.
sábado, 26 de setembro de 2009
CHARGES
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
REDAÇÃO - ENEM - 100%
Povo do mal, este é o rascunho de uma redação considerada 100% pela correção do ENEM/2005. O texto foi produzido por um estimado ex-aluno - Vinícius Peixoto. O tema era o"O trabalho infantil na realidade brasileira". Nota: Não apresenta título. rsrsrsrsrs (tô de altas!)
Good bye, blue sky, good bye...

Good bye, blue sky, good bye...
terça-feira, 1 de setembro de 2009
REDAÇÃO - ENEM - GUSTAVO
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